terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
JONAS
Por Vanessa Coutinho
A HISTÓRIA DO PROFETA JONAS
Deus disse ao profeta Jonas que fosse pregar em Nínive, cidade conhecida por sua maldade. Jonas achou que não deveria ir, e embarcou em um navio que zarpava para Társis, bem longe de onde Deus lhe mandara ir.
Mas Deus lançou sobre o mar um vendaval tão intenso, que o navio estava a ponto de naufragar. Os marinheiros, em desespero, oravam por suas vidas, cada qual segundo sua crença. Jonas, enquanto isso, dormia profundamente no porão. O comandante o encontrou, e lhe disse que também orasse.
Os homens lançaram a sorte, a fim de saber quem era o responsável pela situação em que se encontravam. Jonas foi apontado e questionado. Cientes de tudo, os marinheiros perguntaram a Jonas o que fazer, e ele disse que deveriam jogá-lo ao mar, o que foi feito.
Após Jonas ser lançado, o mar se acalmou. E Deus enviou um grande peixe, que engoliu Jonas. Jonas permaneceu nas entranhas do peixe por três dias e três noites. E orou.
Deus ordenou ao peixe que vomitasse Jonas sobre a terra firme.
Mais uma vez Deus disse a Jonas que fosse pregar em Nínive, que agora estava bem mais perto do que no começo de sua jornada. E ele foi, e pregou dizendo que, se seus habitantes não cressem em Deus, a cidade sucumbiria em quarenta dias.
Os homens creram, e jejuaram, inclusive o rei. E Deus não destruiu a cidade.
relação entre o livro de Jonas e os conceitos de “ego” e “self”
No livro de Jonas, podemos identificar duas figuras principais: o profeta e Deus.
Podemos identificar o profeta Jonas com o ego, e Deus com o self.
Deus-self, sabe e indica o caminho que o Jonas-ego deveria seguir: na história em questão, pregar em Nínive. O ego, influenciado por fatores diversos, resolve afastar-se do que seria o seu “mito pessoal”.
Enquanto dorme, uma tempestade ameaça o navio em que se encontra, mas ele não vê. Por vezes, o adoecimento psíquico apresenta os primeiros sinais, mas o sistema consciente nega, “adormece”, despreza. Então, o self não tem outra alternativa senão apresentar-se em sua plenitude. É a epifania de Deus, e Jonas é engolido por um grande peixe, e passa em seu ventre, que representa o contato com o inconsciente, três dias e três noites. Jonas, como todo herói, vai às profundezas em vida (katábasis) e, após perceber que apenas aceitando ser o que é, poderá retornar seu estado de saúde, ora, entra em relação com Deus, e é vomitado “de volta à vida” (anábasis).
terça-feira, 19 de julho de 2011
PARA LER E PENSAR
Lúcia, aproveitei a frase para o blog. Impossível não fazê-lo...
Bj.
Bj.
"O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons."
Martin Luther Kingsegunda-feira, 18 de julho de 2011
PARA LER E PENSAR
segunda-feira, 11 de julho de 2011
C. G. JUNG
"Ainda que ocasionalmente os meus pacientes produzam obras de grande beleza, boas para serem expostas em mostras de "arte" moderna, eu as considero totalmente desprovidas de valor artístico, quando medidas pelos padrões da arte verdadeira. É essencial até que não tenham valor, pois, do contrário, meus pacientes poderiam considerar-se artistas, e isso seria fugir totalmente à finalidade do exercício. Não é arte, nem deve sê-lo. É bem mais que isso; é algo bem diverso do que simplesmente arte; trata-se da eficácia da vida sobre o próprio paciente. Aquilo que do ponto de vista social não é valorizado passa a ocupar aqui o primeiro plano, isto é, o sentido da vida individual, que faz com que o paciente se esforce por traduzir o indizível em formas visíveis. Desajeitadamente. Como uma criança."
(A Prática da Psicoterapia)
(A Prática da Psicoterapia)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
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